sábado, 15 de agosto de 2009

Astrofesta na Várzea em 30.05.2009

Post estereofónico com o Blog AstroLeiria:


No passado dia 30 de Maio de 2009 participei numa actividade muito interessante, organizada pelo Museu Etnográfico do Freixial e pela Escola EB 1 da Várzea: uma visita ao Museu, um Jantar volante, uma observação astronómica (feita por mim e pelo colega Paulo Simões) e visita à exposição dos trabalhos dos alunos dessa Escola.

Algumas fotos, enviadas pela minha aluna Margarida Ferreira:











quarta-feira, 12 de agosto de 2009

As Perseidas no Google


Hoje o Google está recordar, com o seu Google Doodle de hoje, que as Perseidas, a mais importante Chuva de Estrelas, está aí.

O nosso povo chama-lhes, simplesmente, Lágrimas de S. Lourenço. Basta ir para um local escuro, sem obstáculos para Norte e olhar nessa direcção para, pouco a pouco, ver estas famosas estrelas cadentes. E, se não as viram hoje, amanhã ainda é noite para tal - alguns dias antes e depois do pico máximo (12 de Agosto) tem ainda bastantes meteoros visíveis...


NOTA: post conjunto com o Blog AstroLeiria...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A tripulação da Apollo XI aterrou na Terra há 40 anos

Há exactamente quarenta anos, às 17.50.35 horas (portuguesas), regressava à Terra a nave espacial (ou o que restou dela - o módulo de comando...) com os três astronautas que partiram rumo à Lua: Neil Armstrong (comandante), Edwin Aldrin (piloto do módulo lunar) e Michael Collins (piloto do módulo de comando e o único da tripulação a não pisar a Lua).



terça-feira, 21 de julho de 2009

That's one small step for man, one giant leap for mankind

Muitos portugueses, amontoados junto às raras televisões da época, viram o momento histórico. Depois de um descanso obrigatório e de ter vestido o fato espacial, Neil Armstrong pode dizer a sua histórica frase e deixar as suas pegadas na Lua... Passeou na Lua (o comandante Armstrong, seguido do piloto do módulo lunar Aldrin) durante duas horas, trinta e seis minutos e quarenta segundos, tendo estado no nosso satélite apenas vinte e uma horas trinta e um minutos vinte segundos (trazendo apenas 21,55 kg de rochas selenitas...) mas fez-se História...!


segunda-feira, 20 de julho de 2009

Houston, Tranquility Base here - the Eagle has landed

Google Doodle de hoje...!

Às 21.17.40 horas (portuguesas...) aterrou, no Mar da Tranquilidade, o módulo lunar (a Águia...). Depois de uma descida com problemas (e incerteza, até ao fim, de se saber se conseguia aterrar sem gastar todo o combustível, pois tinha de haver que chegasse para voltar até ao reencontro com o módulo de comando), lá aterraram naquela maravilhosa desolação...


quinta-feira, 16 de julho de 2009

Dia histórico - há 40 anos a Apollo XI partiu rumo à Lua

Do Blog AstroLeiria publicamos o seguinte post:


Faz hoje quarenta anos que a Apollo XI partiu do Cabo Canaveral (Flórida) para a conquista do nosso satélite natural, às 14.32 horas (hora portuguesa).

Iremos, neste Blog e noutros que o queiram acompanhar, recordar a par e passo estes eventos históricos nos próximos dias, pois há que honrar os heróis astronautas neste Ano Internacional da Astronomia.

Para quem quer recordar como deve de ser o evento, os Museu e Biblioteca Presidenciais que honram John F. Kennedy têm um site que todos deveriam visitar:

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ciências Naturais - percentagens do último teste

Caros alunos:

Antes de vos desejar boas férias, aqui ficam as percentagens que obtiveram no último teste...


%
1 74,5
2 84,5
3 91,5
4 82
5 92,5
6 99,5
7 66
9 74,5
10 68
11 62
12 83
13 90
14 82,5
15 46,5
16 83
17 44,5
18 52
19 87,5
20 54

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ó stor, quando é que põe aqui as percentagens dos testes?

Eu não sei a minha.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Observação Astronómica na Barosa (Leiria) - 19 de Junho

Do Blog AstroLeiria publicamos o seguinte post:


Vai realizar-se amanhã (19.06.2009 - 6ª-feira) uma Observação Astronómica na Barosa, junto à Escola do 1º Ciclo (ver mapa interactivo no fundo deste post), decorrendo entre as 21.00 e as 24.00 horas ou enquanto houver clientes.

A entrada é livre, podendo cada um trazer o seu material de observação, comida e vontade de aprender...!


Ver mapa maior

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Dia do Ambiente

Do Blog espeleológico Profundezas... publicamos o seguinte post:



“Como se pode comprar ou vender o firmamento, ou ainda o calor da terra? Tal ideia é-nos desconhecida. Se não somos donos da frescura do ar nem do fulgor das águas, como poderão vocês comprá-los?

Cada parcela desta terra é sagrada para o meu povo.
Cada brilhante mata de pinheiros, cada grão de areia nas praias, cada gota de orvalho nos escuros bosques, cada outeiro e até o zumbido de cada insecto é sagrado para a memória e para o Passado do meu povo. A seiva que circula nas veias das árvores leva consigo a memória dos Peles Vermelhas.

Os mortos do homem branco esquecem-se do seu país de origem quando empreendem as suas viagens no meio das estrelas; ao contrário os nossos mortos nunca podem esquecer-se desta bondosa terra, pois ela é a mãe dos Peles Vermelhas.

Somos parte da terra e do mesmo modo ela é parte de nós próprios.
As flores perfumadas são nossas irmãs, o veado, o cavalo, a grande águia são nossos irmãos; as rochas escarpadas, os húmidos prados, o calor do corpo do cavalo e do homem, todos pertencemos à mesma família.
Por tudo isto, quando o Grande Chefe de Washington nos envia a mensagem de que quer comprar as nossas terras, está a pedir-nos demasiado. Também o Grande Chefe nos diz que nos reservará um lugar em que todos possamos viver confortavelmente uns com os outros. Ele se converterá, então, em nosso pai e nós em seus filhos. Por esta razão consideraremos a sua oferta de comprar as nossas terras. Isto não é fácil, já que esta terra é sagrada para nós.

A água cristalina que corre nos rios e ribeiros não é somente água: representa também o sangue dos nossos antepassados.
Se lhes vendermos a terra, deverão recordar-se que ela é sagrada e, ao mesmo tempo ensinar, aos vossos filhos que ela é sagrada e que cada reflexo nas claras águas dos lagos conta acontecimentos e memórias das vidas das nossas gentes.
O murmúrio da água é a voz do pai do meu pai.
Os rios são nossos irmãos e saciam a nossa sede; são sulcados pelas nossas canoas e alimentam os nossos filhos. Se lhes vendermos a nossa terra, deverão recordar-se e ensinar aos vossos filhos que os rios são vossos irmãos e também o são deles, e que, portanto, devem tratá-los com a mesma doçura com que se trata um irmão.

Sabemos que o Homem Branco não compreende o nosso modo de vida. Ele não sabe distinguir um pedaço de terra de outro, porque ele é um estranho que chega de noite e tira da terra o que necessita.

A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga e, uma vez conquistada, ele segue o seu caminho, deixando atrás de si a sepultura dos seus pais, sem se importar com isso!

Rouba a terra aos seus filhos: também não se importa! Tanto a sepultura dos seus pais como o património dos seus filhos são esquecidos. Trata a sua Mãe, a Terra, e o seu irmão, o Firmamento, como objectos que se compram, se exploram e se vendem como ovelhas ou contas coloridas. O seu apetite devorará a terra deixando atrás de si só o deserto.

Não sei mas a nossa maneira de viver é diferente da vossa. Só de ver as vossas cidades entristecem-se os olhos do Pele Vermelha. Mas talvez seja porque o Pele Vermelha é um selvagem e não compreende nada.

Não existe um lugar tranquilo nas cidades do Homem Branco, não há sítio onde escutar como desabrocham as folhas das árvores na Primavera ou como esvoaçam os insectos.

Mas talvez isto seja porque sou um selvagem que não compreende nada. Basta o ruído para insultar os nossos ouvidos.
Depois de tudo, para que serve a vida se o homem não puder escutar o grito solitário do noitibó nem as discussões nocturnas das rãs nas margens de um charco? Sou Pele Vermelha e nada entendo.

Nós preferimos o suave sussurrar do vento sobre a superfície dum charco, assim como o cheiro deste mesmo vento purificado pela chuva do meio-dia ou perfumado com o aroma dos pinheiros.
O ar tem um valor inestimável para o Pele Vermelha, uma vez que todos os seres partilham um mesmo alento - O animal, a árvore, o homem, todos respiramos o mesmo ar.

O Homem Branco não parece estar consciente do ar que respira; como um moribundo que agoniza durante muitos dias e é insensível ao mau cheiro. Mas se lhes vendermos as nossas terras, deverão recordar-se que o ar é, para nós, inestimável, que partilha o seu espírito com a vida que mantém. O vento, que deu aos nossos avós o primeiro sopro de vida, também recebe os seus últimos. E, se lhes vendermos as nossas terras, deverão conservá-las como coisa à parte e sagrada, como um lugar onde até o Homem Branco poderá saborear o vento perfumado pelas flores das pradarias.

Por tudo isso, consideraremos a vossa oferta de comprar as nossas terras. Se decidirmos aceitá-la, eu porei uma condição: o Homem
Branco deverá tratar os animais desta terra como seus irmãos.
Sou um selvagem e não compreendo outro modo de vida. Tenho visto milhares de bisontes apodrecendo nas pradarias, mortos a tiro pelo Homem Branco, da janela de um comboio em andamento.

Sou um selvagem e não compreendo como é que uma máquina fumegante pode ser mais importante que um bisonte que nós só matamos para sobreviver.

Que seria dos homens sem os animais? Se todos fossem exterminados, o homem também morreria de uma grande solidão espiritual. Porque o que suceder aos animais também sucederá aos homens. Tudo está ligado.

Devem ensinar aos vossos filhos que o solo que pisam, são as cinzas dos nossos avós. Ensinem aos vossos filhos que a terra está enriquecida com as vidas dos nossos semelhantes, para que saibam respeitá-la. Ensinem aos vossos filhos aquilo que nós temos ensinado aos nossos, que a terra é nossa Mãe. Tudo quanto acontecer à terra acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, cospem em si próprios.

Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos. Tudo está ligado. Tudo o que acontece à terra acontecerá aos filhos da terra. O homem não teceu a rede da vida, ele é só um dos seus fios. Aquilo que ele fizer à rede da vida ele o faz a si próprio.
Nem mesmo o Homem Branco, cujo Deus passeia e fala com ele de amigo para amigo, fica isento do destino comum. POR FIM TALVEZ SEJAMOS IRMÃOS.
Veremos isso. Sabemos uma coisa que talvez o Homem Branco descubra um dia: o nosso Deus é o mesmo Deus.
Vocês podem pensar nesta altura que Ele vos pertence, do mesmo modo como desejam que as nossas terras vos pertençam; Porém não é assim. Ele é o Deus dos homens e a sua compaixão reparte-se por igual entre o Pele Vermelha e o Homem Branco. Esta terra tem um valor inestimável para Ele, e, se a estragarmos, isso provocará a ira do Criador. Também os Brancos acabarão um dia, talvez antes das demais tribos. Contaminem os vossos leitos e uma noite morrerão afogados nos vossos próprios detritos.

Contudo caminharão para a vossa destruição cheios de glória, inspirados pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e que, por algum desígnio especial, vos deu o domínio sobre ela e sobre os
Peles Vermelhas.

Esse destino é um mistério para nós, pois não percebemos porque se exterminam os bisontes, se domam os cavalos selvagens, se saturam os mais escondidos recantos dos bosques com a respiração de tantos homens e se mancha a paisagem das exuberantes colinas com os fios do telégrafo. Onde se encontra o matagal? Destruído! Onde está a águia? Desapareceu!”





Declaração do Chefe Índio Seattle
O texto que se segue foi divulgado pelas Nações Unidas em 1976, quando das comemorações do Dia Mundial do Ambiente. Em 1854, Washington fez uma oferta de compra de uma grande extensão de terras índias, prometendo criar uma "reserva" para o povo indígena. Eis a resposta do Chefe Seattle, aqui publicada na sua totalidade.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Convite - observações astronómicas em Leiria

Observações Astronómicas abertas ao público em geral:


Escola Secundária Afonso Lopes Vieira - Gândara (Leiria)
29 Maio de 2009 (6ª) - 21.00 horas





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Escola EB 1 da Várzea - Leiria
30 de Maio de 2009 (sábado)- 21.00 horas



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in Blog AstroLeiria - post original aqui

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Faz hoje 107 anos...

O vulcão da Montanha Pelada (Mont Pelée), na Martinica, libertou em 8 de Maio de 1902 uma nuvem ardente (fluxo piroclástico) que matou cerca de 28 a 30 mil pessoas e destruiu a capital da ilha (Cidade de S. Pedro - Saint Pierre). O único sobrevivente era um criminoso condenado à morte, que se salvou porque estava numa cela subterrânea da prisão e ficou um pouco protegido dos gases pelas grossas paredes...

samson_lg.jpg


sábado, 2 de maio de 2009

Observação astronómica em Vieira de Leiria

Do Blog AstroLeiria publicamos o seguinte post, com informação de actividade astronómica:

O Fernando Martins e o João Cruz, membros activos deste Blog, vão fazer hoje uma Observação Astronómica em Vieira de Leiria, das 21.00 às 24.00 horas, na margem direita (norte) da foz do Rio Lis.

Embora sendo feita para os Escuteiros de Carvide, está aberta à participação de todos os interessados...

sábado, 25 de abril de 2009

O sismo que destruiu Benavente foi há 100 anos



23 de Abril de 1909, 17.05 horas

Forte abalo sísmico arrasa parte do Ribatejo, fazendo sentir-se em todo o país. Benavente, Samora Correia, Santo Estêvão e Salvaterra de Magos ficam destruídas. Em Benavente não fica uma casa de pé.

Interrompidas as comunicações telegráficas, as primeiras notícias do ocorrido em Benavente chegam a Santarém através de um lavrador que aí se dirige de automóvel.

A população em pânico começa a juntar-se no largo do Chaveiro.

Cerca das 23 horas começam a chegar automóveis de Santarém com o Governador Civil, o chefe da polícia, guardas cívicos e bombeiros.

De Lisboa seguem médicos e “artigos de penso”.

O balanço é de 24 mortos em Benavente e 15 em Samora Correia.

Ao longo da noite ouvem-se fortes e prolongados ruídos subterrâneos.

(in “Estudo Histórico e Descritivo de Benavente”, de Rui de Azevedo - via Blog Comunicação & Divulgação - Museu Municipal de Benavente)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Dia do Livro

Os livros sábios,JONATHAN WOLSTENHOLME


Com uma poesia aparentemente contrária ao espírito do dia, de Fernando Pessoa e magistralmente declamada por João Villaret, celebremos o Dia do Livro:


Liberdade - João Villaret

LIBERDADE

Ai que prazer
não cumprir um dever.
Ter um livro para ler
e não o fazer!
Ler é maçada,
estudar é nada.
O sol doira sem literatura.
O rio corre bem ou mal,
sem edição original.
E a brisa, essa, de tão naturalmente matinal
como tem tempo, não tem pressa...

Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.

Quanto melhor é quando há bruma.
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!

Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol que peca
Só quando, em vez de criar, seca.

E mais do que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças,
Nem consta que tivesse biblioteca...

Fernando Pessoa

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dia da Terra


Hoje é o Dia da Terra. Celebremos a data com um telúrico poema de um médico transmontano enxertado em Coimbra e que, como nós, sendo das Ciências, amava a Terra e a Poesia...

A terra

Também eu quero abrir-te e semear
Um grão de poesia no teu seio!
Anda tudo a lavrar,
Tudo a enterrar centeio,
E são horas de eu pôr a germinar
A semente dos versos que granjeio.

Na seara madura de amanhã
Sem fronteiras nem dono,
Há de existir a praga da milhã,
A volúpia do sono
Da papoula vermelha e temporã,
E o alegre abandono
De uma cigarra vã.

Mas das asas que agite,
O poema que cante
Será graça e limite
Do pendão que levante
A fé que a tua força ressuscite!

Casou-nos Deus, o mito!
E cada imagem que me vem
É um gomo teu, ou um grito
Que eu apenas repito
Na melodia que o poema tem.

Terra, minha aliada
Na criação!
Seja fecunda a vessada,
Seja à tona do chão,
Nada fecundas, nada,
Que eu não fermente também de inspiração!

E por isso te rasgo de magia
E te lanço nos braços a colheita
Que hás de parir depois...
Poesia desfeita,
Fruto maduro de nós dois.

Terra, minha mulher!
Um amor é o aceno,
Outro a quentura que se quer
Dentro dum corpo nu, moreno!

A charrua das leivas não concebe
Uma bolota que não dê carvalhos;
A minha, planta orvalhos...
Água que a manhã bebe
No pudor dos atalhos.

Terra, minha canção!
Ode de pólo a pólo erguida
Pela beleza que não sabe a pão
Mas ao gosto da vida!


Miguel Torga

sábado, 18 de abril de 2009

Blog

Olá stor...
Achei o blog muito original.

Espero que seja muito visitado...

Até à próxima!!

apresentação

olá!!!!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Eh

Olha Olha ~
Até já temos um blog....
:p ; bacano !
Olha olha !

:p Divirtam -se